Prólogo.

Desde criança que tenho um interesse mais ou menos evidente por automóveis. Para ser mais preciso, lembro-me de gostar de automóveis desde que levei com um na cara, corria uma manhã fria dos noventas, na altura eu com 3 anos de idade. Um Renault 19 Chamade de cor bordô. (Nunca gostei do carro, não por razões irónicas, juro).

Avançando até a anos mais recentes, e sonhando poder um dia ter um volante que não tivesse Logitech gravado no centro, comecei-me a aperceber que todo o meu window shopping no Stand Virtual (quem nunca o fez?) recaía cada vez mais e mais sobre carros fabricados nunca depois de 1989. Quem gostava muito (de gozar) dos meus achados era o meu pai.

“Ganha juízo! Queres mesmo comprar um chaço velho?”

O meu pai demorou a perceber que isto não era só uma panca. Entretanto a discussão foi-se tornando cada vez mais acessa, até que um dia, já numa fase de pesquisa séria e de alguns test-drives a algumas relíquias, o meu pai diz-me o seguinte:

Tu precisas é de um [carro diário], e um clássico para isso não dá!”

O que está a negrito foi o que reti da frase. O desafio estava lançado.

Tanto acabei por comprar um (pré-clássico) Stalet ep70 de 1988, que uso diáriamente, como criei este blog. Tudo isto para, daqui a uns tempos, lhe poder dizer (e a mim próprio):

Pai, estavas tão _

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