Estas férias, vai de Clássico.

É uma proposta arrojada. Dá-me argumentos.

Estou a propor-te viajar sob o calor extremo de Agosto sem o conforto do ar condicionado ligado e vidros fechados, sem o Spotify no smartphone conectado por Bluetooth a garantir aquela playlist “#Ro4d_Tr1p” previsível que te safa da mercê das rádios locais. Estou a propor-te viajar sem um habitáculo perfeitamente acondicionado e isolado do exterior, onde será impossível esquivar de todos os cheiros térreos agro provenientes da paisagem que te rodeia. Vais ter que percorrer centenas de quilómetros sem sistemas de infotainment para ver uma série enquanto não chegas ao destino. Não vais poder conduzir sem precisar de fazer paragens frequentes para abastecer em estações de serviço esquecidas pelo tempo, porque provavelmente não irás num carro a Diesel. Esquece os bancos massajantes e arrefecidos apaziguantes da tua fadiga. Vais ter eventualmente que sair de rastos do carro e parar para comer algo numa aldeia pitoresca no meio de nenhures onde apenas ser-te-á servido vinho e broa. Antes de partires terás que verificar se todos os componentes mecânicos do carro estão em ordem, não vás precisar de trocar um radiador na véspera, ou pior, ficar pelo caminho. Depois de partires, um olho estará sempre na estrada e outro no ponteiro da temperatura do motor. O carro também não vai poder ir sujo como o tens sempre, porque, ao contrário do costume, ele não vai servir só para te levar de A a Férias.

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Há um ano atrás, neste preciso momento, eu, o João e o Sérgio estávamos a meio da Estrada Nacional 2. Pela hora a que escrevo, 19:27, estaríamos provavelmente a sair do Castelo de Abrantes atravessando o Tejo, numa ainda longa viagem até Évora, rasgando a planície alentejana, na maior etapa de toda a aventura. A viagem não seria rápida. O sol já em fase descendente transformava todas as cores em contrastes de laranja e azul, enquanto nos cegava momentaneamente. A temperatura era intensa, o rádio quase não apanhava emissão, o vento era quente e a velocidade permitida pelas limitadas 4 relações não era muita. O espaço no habitáculo era reduzido, de tão apetrechado devido à mala pequena. Os vidros iam completamente abertos, mesmo com o chegar da noite, e o silêncio da planície neste fim de dia era apenas interrompido pelo som ronronante do carburador, e pela cumplicidade de 3 amigos em 738km de piadas, histórias e desabafos.

É uma proposta arrojada. Dá-me argumentos.

Não te dei nenhum motivo racional para o fazeres, e talvez por isso, te dei todos.

Estas férias, vai de Clássico.
Boa viagem.

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Se ainda não conheces a história dos 3 rapazes que em Agosto de 2016 fizeram os 738km da EN2 num Toyota Starlet de ’88, podes ler todos os resumos diários da Classe 738, ou encomendar a Topos & Clássicos #189 de janeiro de 2017 para um especial de duas páginas com uma foto exclusiva dos meus calções de praia.

Todo a história incrível de umas férias pela Estrada Nacional 2, de Chaves a Faro em 7 dias, aqui.

Quanto a todas as fotos que nunca sairam, chegou a altura. Aqui estão elas:
Também disponívels no meu Flickr.

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Ferrari: 70 anos de paixão motorizada.

Num dia que prometia ser como qualquer outro dia em Braga – acordar, ir para o trabalho, ir jantar à Belga, dormir – eis que uma chamada de um número desconhecido entoa pela minha rotina: Era o Salvador Patrício Gouveia, um dos directores do Museu do Caramulo.

Para contextualizar: Algumas fotos de automóveis que tenho vindo a tirar por diversão foram parar ao Airows, daqueles blogs conhecidos de lifestyle com cenas que mandam pinta, tipo relógios caros, destinos de férias e raparigas que só existem nos sonhos molhados. O Salvador decidiu contactar-me a partir das minhas fotos de clássicos que viu lá, mas quando me ligou só falava em mulheres: 512M para aqui, 250 Lusso para ali, 500 Mondial não sei o quê. Eu disse-lhe que não gostava de MILFs (apesar de gostar de ruivas), mas ele insistiu e sendo eu um fácil, aceitei ir fotografar a inaguração da exposição “Ferrari: 70 anos de paixão motorizada”, no Museu do Caramulo.

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Passado uns dias e depois de trocar alguns e-mails, chegava ao Caramulo, um sítio pelo qual nutro um carinho especial. Afinal de contas, foi neste local que surgiu a minha paixão pelos clássicos.
Uma viagem normal de Braga ao Caramulo duraria cerca de 2h, se não fosse de Starlet. Mas como eu fui de Starlet, acrescentei a taxa normal aplicável de +1h, o que me fez sair do Norte às 8h30 para chegar ao Caramulo pelas 11h30, completamente esfomeado e com o rabo da forma do banco.

Já no museu, fui recebido pelo Salvador, ainda meio acelerado com os preparativos finais para a abertura da exposição, apenas a uma horas de acontecer. Aproveitei este tempo para visitar a exposição de brinquedos antigos e registar alguns momentos do making of entre os Ferraris. É delicioso observar a cumplicidade existente entre o detailer e o automóvel, mesmo durante este momento de stress. Neste caso, entre a equipa de auxiliares estava o Helder Correia, o actual responsável pelas verificações históricas do museu e verdadeiro connaisseur automóvel. Um rapaz que tive o prazer de conhecer no stand do museu, no último AutoClássico no Porto, em 2016.

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Depois de uma grande almoçarada no Restaurante Marte, como manda a lei dos clássicos, com umas Boémias e Bacalhau à Lagareiro, ainda tive tempo para fazer uma rápida visita à exposição permanente do Museu, onde podemos encontrar várias viaturas que fazem parte da história mundial e nacional do automóvel, como as viaturas usasdas por António de Oliveira Salazar, ou ícones intemporais como Lamborghini Miura SV, Lotus Europa, Porsche 356, Lancia 037 entre outros.

Com o aproximar das 17h, era notória a concentração de visitantes no Hall de entrada, alguns vindos de Tondela, alguns vindos de Faro. Isto seria o perfeito indicador para explicar como esta exposição bateria todos os recordes de audiência de exposições do museu, conseguindo mais de 1000 visitas nos primeiros 7 dias de exposição. Foi um ano inteiro a preparar este momento, e o sucesso foi imediato.

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Quero dar um agradecimento especial ao Salvador, assim como a todo o Staff do Museu do Caramulo, por serem sempre tão impecáveis comigo e pela oportunidade de poder fotografar tão fogosas máquinas. Não há quilómetros suficientes que me demovam de mais uma visita.

A exposição está patente no Museu do Caramulo até 29 de Outubro, e é de visita obrigatória para qualquer amante dos automóveis.

Podem ver as restantes fotos no meu portfólio: Ferrari: 70 Years of Motoring Passion

Um mês até ao Goodwood Revival

Não há volta a dar. Em Setembro vou ao Goodwood Revival. Até lá, preciso da tua ajuda.

Goodwood-RevivalSe em Janeiro de 2017 me dissessem como seria a minha vida em Setembro do mesmo ano, não acreditaria: Mudei-me para Braga, cidade espetacular, para um emprego não menos incrível na Gen Design Studio, e entrei para a equipa da revista mais fantástica sobre Clássicos de toda a CPLP, a Topos & Clássicos. Como se não bastasse, entre morar a 5min. da Taberna Belga e a 10 do Circuito Vasco Sameiro, em Setembro vou ao Goodwood Revival, o maior festival de veículos clássicos e históricos do mundo.

O ano começou como ninguém gosta de o começar: À procura de emprego. No entanto, paralelamente, delineei o meu Career map para 2017 (algo bem mais divertido de se fazer). Entre vários campos e objectivos anuais que estebeleço para mim mesmo, um deles passa sempre por fazer voluntariado (Curiosamente, “atualizar o blog” é um objetivo que está a vermelho na tabela).

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Como já é meu hábito, “um dia lembrei-me e decidi” inscrever-me como voluntário em Goodwood. Não no Members Meeting nem no Festival of Speed, mas sim no Revival, por duas razões muito específicas:

A primeira foi o tempo. O Revival é o último evento do calendário Goodwood, em Setembro, o que me daria mais tempo para preparar a viagem. O segundo motivo, que desconhecia inicalmente, era que a TVR (T-re-V-o-R), a construtora pela qual tenho um crush desde os meus tempos do Gran Turismo 1, vai ser relançada no Revival, depois de mais de 10 anos de futuro incerto, coincidindo com os seus 70 anos de fundação.

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O processo foi mais simples do que imaginava: Mandei um e-mail para o event staff a candidatar-me como voluntário “só para ver o que acontece”. Com um texto todo bonitinho, inspirador e, acima de tudo, moralmente eficaz, fui aceite.

Desde então, tenho vindo a tratar da “papelada” e a informar-me o mais possível sobre necessidades específicas e vicicitudes do evento. Das primeiras coisas que me pediram, talvez previsivelmente, foi o passaporte, dadas as novas circunstâncias políticas do Reino Unido pós-Brexit. Consegui dar a volta e apenas apresentar o CC Português, o que me fez poupar uns bons € que cobrirão outas necessidades e requisitos da aventura.

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O Goodwood Revival acaba por ser um evento muito específico com algumas características peculiares, entre elas e talvez a mais óbvia, a necessidade de estar vestido à época (algures entre anos 20-60).

No handbook de voluntários, podem-se ler com mais detalhe algumas vantagens e “tecnicalidades” de fazer parte do staff do evento, como passarei a descrever. A primeira grande vantagem é o facto de o bilhete ser “gratuito”. Os bilhetes para o Revival custam perto de 200€, e esgotam meses antes do evento. Como voluntário, apenas tenho que garantir que faço todos os meus turnos, e não preciso pagar o bilhete. Ou então ficar a descascar batatas, mas já lá vamos.

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Vantagens / Tecnicalidades de ser voluntário:

-Fora dos turnos, os voluntários têm acesso a todo o espaço do evento de forma gratuita, inclusivé áreas off-limits
-Campismo gratutio
-Oferta de comida durante os turnos
-Oportunidade de interagir com automóvels lendários, pilotos, artistas, fotógrafos e outras personalidades marcantes do automobilismo mundial, que de outra forma seriam impossíveis de encontrar em Portugal
-Em contrapartida, se por algum motivo me apetecer um copo de champanhe, ele apenas é vendido à garrafa, por umas meras £100 (Note to self: Não querer beber champanhe durante o evento)

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Alguns excertos peculiares do Volunteer Handbook:

1.
“We employ meticulous attention to detail to create experiences, as they should be, resulting in pure, unspoilt, unadulterated pleasure. We tailor the experience to the customer, altering the way we speak and behave to adapt to them and their needs

Não sei se consigo perder o sotaque Matosinhense até Setembro, desculpem. Não que alguém vá reparar.

2.
“The following rules apply to all events:
– No jeans
– No fancy dress
– No trainers
– No high heels
– No sportswear
No branded baseball caps

Mas eu só uso calças de ganga e sapatilhas. E que mal têm os caps, para além de altamente desadequados à ocasião?

3.
Make-up should be natural and moderate in apperance. Nails should be clean with no nail varnish on.”

Ufa, esta passo.

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Concluindo: Faltando apenas um mês para o Revival, resta-me apenas resolver um detalhe importante para estar totalmente preparado: O dresscode. 

O fato de casamento do meu pai não me serve (já experimentei), portanto terei que encontrar outra solução para ir vestido à época. É aqui que preciso da tua ajuda:

Recomendas algum sítio ou loja que venda / alugue roupa e acessórios de épocas passadas, com tema preferencialmente automobilístico? Civíl também dá.

Algo tipo isto:

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Ou isto:

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Ou até isto, se tiver mesmo que ser:

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Até à data estou à espera que me atribuam um cargo específico como voluntario, que poderá até ser descascar batatas. Mesmo sendo o caso, como diz o amigo David Silva: “Não é qualquer um que descasca batatas em Goodwood”

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O Goodwood Revival realiza-se dos dias 7 a 10 de Setembro, na herdade de Lord March, em Goodwood, “perto” de Chichester. O que significa que no dia 11 de Setembro pelas 9h da manhã vou andar de avião. Que bom.

Para quem ainda se está a questionar: Não, não vou de Starlet.

Também vais ao Revival? Já foste e tens boas dicas para partilhar? Envia-me um mail para falarmos: joelaraujocom@gmail.com

O carro mais podre do mundo.

O WordPress, ou qualquer ferramenta básica de blogging, identifica-me algo a que chamamos de “Search Terms”. Básicamente permite-me saber o que escreveram naquele rectângulo do Google antes de virem parar a este site. Portanto, da próxima vez que pesquisarem por “garotas peitudas”, há a hipótese de eu ficar a saber.

Em baixo deixo-vos esta imagem que retirei directamente desses mesmos resultados deste blog. Nela podemos observar, entre outras coisas, que alguém andou a pesquisar por clássicos na EN2, ou que alguém anda com uma fuga de óleo e veio procurar a resposta no sítio errado.

No entanto, em 1º lugar e em grande destaque, encontramos indeterminado sujeito que se deu à liberdade de procurar uma expressão deveras engraçada, nunca antes escrita pelo comum dos mortais.

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Desta não esperava eu. Curioso, cometi o sacrilégio de eu próprio ir ao Google escrever esta sequência demoníaca “carro-mais-podre-do-mundo-toyota-starlet”. Acreditei piamente que quando fizesse click no botão “Pesquisar”, as portas do inferno se abririam perante mim, como se tivesse acabado de proclamar as palavras secretas para desbloquear o início do fim do mundo. O que aconteceu foi muito menos entusiasmante que isso. Pesquisem por vossa conta e risco.

Portanto agora já sabem qual é o carro mais podre do mundo. Ou pelo menos ficam a saber que existem por aí pessoas que não gostam mesmo nada de Starlets.

 

Automobilia: O Currículo Indestrutível.

“Automobilia”, para além de uma das minhas palavras favoritas, é uma nova rúbrica de conteúdos no Tu precisas de um Clássico. Nela vou expôr (literalmente), o meu fascínio pela arte automóvel em geral, coisas que faço e vejo ou até coisas que tu faças e me queiras mostrar.

A cultura automobilística estende-se bem mais para lá das linhas de estrada: Existe uma infinidade de artistas, revistas, estúdios ou até velhas publicações que merecem todo o destaque. Afinal de contas, aquele poster do Ferrari F40 ou do Lamborghini Countach são símbolos de uma cultura que inspirou milhares de pequenos rapazes à volta do mundo, bem antes destes poderem conduzir um carro legalmente. Foram as miniaturas que proporionaram as primeiras experiências de brincar aos pequenos pilotos. Dito de outra forma, nem toda a gente precisa de um R19 para aprender a gostar de carros.

O primeiro trabalho que mostro aqui foi feito recentemente, numa altura em que estive brevemente desempregado, poucos dias antes do AutoClássico no Porto. Sabia que estariam lá vários representantes de revistas e media automóvel, assim como amigos designers que trabalham no ramo, e então pensei que seria boa ideia fazer um novo CV específico para este contexto.

Podem ver este projecto completo e com mais qualidade no meu Behance

Podem seguir o meu restante portfólio (em constante actualização) no Behance
Podem também ver links adicionais relacionados com o meu trabalho no meu About.me

Espero que gostem.

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“Um dos meus objectivos como profissional é vir a desenvolver trabalho no sector motorizado, seja integrado nos media através da imprensa e outros formatos, seja directamente com marcas e derivados.
Como Designer e entusiasta dos automóveis, desenvolvi este currículo em torno destes temas, prentendendo ser uma boa resposta a oportunidades de trabalho neste contexto.

Tomei como direcção artística a Pixel Art, outro grande interesse que pretendo desenvolver, e com o qual faço estudos e expositores através da minha marca PX Automobilia.
Numa desconstrução pixel a pixel, reproduzi em 2D o meu veículo de transporte diário, o Clássico indestrutível Toyota Starlet ep70, no qual centro também a minha actividade como escritor e/ blogger no tuprecisasdeumclassico.com e E-Konomista.pt”

Download do currículo

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Podem ver este projecto completo e com mais qualidade no meu Behance

Viver com um Clássico: Faz hoje um ano.

Foi precisamente há um ano que, por força da necessidade, um tal Starlet vermelho me veio parar às mãos.

Se na altura me perguntassem:

“Já apreciavas o modelo e sempre sonhaste ter um Starlet do Aço?” – Não.
“Veneravas a Toyota e os carros japoneses em geral?” – Também não.
“A primeira coisa que quiseste fazer no Starlet foi meter o motor  2E 1300cc?” – 2quem? “Vais-lhe meter um turbo para papar outros condutores em arranques?” – Uhrr…
“Vais rebaixa-lo , meter película nos vidros e meter umas jantes de 50 polegadas?” – Grande ideia! Mas vou passar, obrigado.

Não vou dizer que tinha posters de um Starlet no quarto quando era puto, isso seria só muito estranho. Quando o comprei só sabia duas coisas: 1º Vou restaurá-lo. 2º Vai ser um restauro ao estado original.

O que não sabia era das aventuras, viagens e peripécias que teria nele, ao longo de apenas 12 meses. Aqui ficam os momentos altos deste primeiro ano de propriedade, e um exemplo do que se pode fazer com um simples clássico popular.

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Novembro 2015 – As primeiras duas fotos com o carro
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Novembro 2015 – Primeira fase de restauro 
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Dezembro 2015 – Primeiro encontro com o Clássicos na Pista na Costa Nova
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Janeiro 2016 – Segundo encontro com o Clássicos na Pista
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Fevereiro 2016 – 150.000 km
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Fevereiro 2016 – Nasceu o Tuprecisasdeumclassico.com
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Março 2016 – Transporte de comida e bebida para um jantar com 100 pessoas. 
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Março 2016 – Terceiro encontro Clássicos na Pista, durante a 2ª fase de restauro. 
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Março 2016 – Depois da primeira limpeza + cera no final da 2ª fase de restauro.
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Abril 2016 – Quarto encontro Clássicos na Pista na Vagueira
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Abril 2016 – A primeira vez que me deixou mal. A bateria morreu. 
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Abril 2016 – Foto na Topos & Clássicos

 

 

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Abril 2016 – Especial de Albergaria do Clássicos na Pista
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Maio 2016 – Ensaios para o Festival Rádio Faneca. 
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Maio 2016 – Auomobilia Aveiro na companhia de outro Starlet muito especial. 
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Maio 2016 – Não foi combinado, juro.
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Maio 2016 – 3ª fase de restauro com o grande amigo Renato Silva. 
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Maio 2016 – De volta à origem. 
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Maio 2016 – Encontro Nacional Toyota Starlet em Aveiro
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Junho 2016 – Preso na A1 durante 4h devido aos incêndios.
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Junho 2016 – Formação da Classe 738
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Junho 2016 – Classe 738 no início da EN2 (Chaves)
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Junho 2016 – Classe 738 a meio da EN2 (Vila de Rei)
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Junho 2016 – Classe 738 no fim da EN2 (Faro)
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Setembro 2016 – Viagem até às Feiras-Novas em Ponte de Lima. 
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Outubro 2016 – Encontro Clássicos na Pista no Farol da Barra.
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Outubro 2016 – Em boas companhias no AutoClássico Porto
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Outubro 2016 – No ponto mais alto de Portugal Continental.
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Outubro 2016 – A minha família fez-me esta supresa para o meu aniversário. 

Um ano depois olho para o Starlet com outros olhos, e dou outro valor à Toyota.

Mas não, ainda não sou fã do Aço. 

 

 

Comprar o primeiro Clássico [E-Konomista]

Depois de no primeiro artigo “Uma ode ao Automóvel Clássico“, introduzir a (literalmente) panca que tenho pelos Clássicos, no segundo episódio da triologia explico como é passar do window shopping e efectivamente comprar um carro antigo. Quais os passos que segui, quais os cuidados que tive, e como evitei morrer espetado contra uma rotunda num Fiat 127.

Tudo isto e mais, já online no E-Konomista, no novo artigo da rúbrica “Tu precisas de um Clássico” – Comprar o primeiro Clássico.

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